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Varíola dos macacos: Moderna inicia testes de vacinas contra a doença | Saúde

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Varíola dos macacos: Moderna inicia testes de vacinas contra a doença | Saúde

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Varíola dos macacos: OMS confirma 131 casos de varíola dos macacos e investiga 106 suspeitos

Nesta terça-feira (24), a farmacêutica Moderna divulgou que começou a trabalhar no desenvolvimento de vacinas contra a varíola de macaco, doença infecciosa que está provocando surtos de casos em alguns países da Europa e outros lugares do mundo.

Os estudos estão na fase pré-clínica. Dessa forma, eles são realizados testes em laboratórios e ainda não envolvem voluntários humanos.

Em março deste ano, a empresa norte-americana lançou um programa de desenvolvimento de vacinas para prevenir ameaças de saúde pública até 2025. O projeto é focado nos 15 patógenos identificados como de maior risco pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Coalizão para Inovações em Preparação para Epidemias (Cepi).

“Ressaltando esse compromisso, e como a monkeypox (varíola de macaco) é de importância para a saúde pública global, conforme identificado pela OMS, estamos investigando possíveis vacinas contra a varíola em um nível pré-clínico”,
afirmou a empresa na segunda-feira (23), via Twitter.

Varíola de macaco

Desde os primeiros dias do mês de maio, as autoridades de saúde supervisionam o crescimento no número de casos de varíola de macaco – uma infecção viral que é endêmica em algumas regiões da África, mas não costuma ser registrada em outras partes do mundo.

Sintomas

O período de incubação do vírus que provoca a doença varia de sete a 21 dias. Os sintomas costumam aparecer dez ou 14 dias após o momento da infecção. Os primeiros sinais são febre, mal estar e dor e, cerca de três dias depois, os pacientes passam a apresentar bolhas – parecidas com as da catapora, que evoluem para crostas. A doença termina entre três e quatro semanas após a infecção.

Contaminação e tratamento

A transmissão do vírus da varíola de macaco entre seres humanos se dá principalmente pelo contato com secreções respiratórias, lesões de pele das pessoas infectadas ou objetos que tenham sido usados pelos pacientes.

No surto dos países europeus, tem se verificado uma prevalência de casos entre homens que fazem sexo com homens. Entretanto, não há evidências de que a transmissão entre eles tenha sido por via sexual.

Autoridades de saúde alertam para que as pessoas que apresentem mudanças incomuns na pele procurem um médico imediatamente.

Nos casos mais comuns, não é necessário realizar tratamento específico, pois os sintomas desaparecerem em algumas semanas. O médico, no entanto, pode indicar o uso de medicamentos que aliviam os sintomas mais rapidamente.

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