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Segundo incêndio no Morro dos Cabritos

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Segundo
incêndio no Morro dos Cabritos


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Área de mata em Copacabana estava em reflorestamento

O incêndio na vegetação na parte superior do Morro dos Cabritos, em Copacabana, é fruto do descaso da sociedade e autoridades. O fogo chamava a atenção de moradores e turistas que vieram acompanhar o jogo da Seleção Brasileira do Rio de Janeiro. Alguns visitantes alternaram as selfies dos tradicionais pontos turísticos com os registros das chamas no fundo das fotos. Visto de vários pontos da Zona Sul carioca, as imagens viralizaram na Internet.  

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Área passava por reflorestamento
De nada adianta o reflorestamento se não houver uma política de demarcação urbana e de conscientização da população sobre a importância de se manter as fronteiras verdes e não avançar sobre elas. Essa vegetação não é importante apenas para a qualidade do ar e reduzir a zona de calor na região. Ela é fundamental para minimizar os efeitos da enxurradas e deslizamentos que colocam em risco a população carente que vive logo abaixo dessa linha verde que está em chamas.

Moradores chamam os bombeiros
Alertados pelos moradores com medo de que se alastre até as casas da comunidade, os bombeiros encontram dificuldade por conta da falta se água na região, um problema constante convivido pelos residentes. Além disso, tem a dificuldade do acesso por ser na parte mais íngreme do Morro. Alguns pontos do maciço, como este que queima, somente de helicóptero.

Pessoas relatam que as chamas começaram após fogos por conta da Copa do Mundo. Mas não é só nesse período que as vegetações correm perigo.

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Balões, os perigos das Festas Juninas
A soltura de balões é outro drama, aumentado nas proximidades das Festas Juninas. Mesmo com intensa campanha na mídia e ação das autoridades policiais, a prática de soltar balões está longe de ser contida no Rio de Janeiro, principalmente na temporada que vai de maio a setembro. 

Preocupação com Hospital São Lucas
Bombeiros, autoridades e administradores desse hospital particular estão monitorando para acompanhar se as chamas não se alastram ou retornam para a parte que faz fronteira com a unidade de saúde. Até o momento, ainda não há risco, mas estão de prontidão. 

Ano passado, quatro hectares destruídos
O local passava por um processo de reflorestamento depois de outro incêndio ter ocorrido no meio do ano passado. Na ocasião, atingiu os dois extremos: o voltado para Copacabana e a parte da Lagoa Rodrigo de Freitas, devastando quatro hectares. Parte do maciço tem ligação com a Ladeira do Sacopã e vários prédios de classe média e alta.

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