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Rússia mantém 9 anos de prisão à estrela do basquete americano

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Rússia mantém 9 anos de prisão à estrela do basquete americano
Reprodução/Instagram @brittneyyevettegriner 13.08.2022

Bicampeão olímpica de basquete pelos Estados Unidos, Brittney Griner está presa na Rússia desde fevereiro.

O tribunal russo rejeitou nesta terça-feira (25) um recurso apresentado pela estrela de basquete norte-americano Brittney Griner, contra sentença de nove anos por posse e contrabando de cartuchos vape contendo óleo de cannabis.

Griner pedia absolvição ou ao mesmo redução da sentença, que segundo seus advogados, seria desproporcional ao crime e em desacordo com a prática judicial russa.

Durante audiênca, o se retirou por não mais de 30 minutos para considerar o recurso. Na volta, o magistrado disse que o veredicto original seria mantido “sem alterações”, com exceção da contagem do tempo da prisão preventiva já cumprida como parte da sentença.

Em um comunicado oficial, a Casa Branca respondeu ao veredicto do juiz alegando ser injusto e em circunstância intolerável e acrescentou que os Estados Unidos “continuarão” a trabalhar para trazê-la de volta para casa.

O assessor de segurança nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, disse em comunicado que estão “cientes das notícias da Rússia de que Brittney Griner continuará sendo detida injustamente em circunstâncias intoleráveis, depois de ter que passar por outro processo judicial simulado hoje”.

Griner foi duas vezes medalhista de ouro olímpica pelos Estados Unidos e está presa desde o dia 17 de fevereiro, quando foi flagrada em um aeroporto de Moscou, com óleo de cannabis em capsulas para cigarro eletrônico, conhecido por ‘vape’. A prisão ocorreu uma semana antes de a Rússia enviar tropas para a Ucrânia. O caso está sendo visto como um retaliação russa no contexto da crise nas relações com os Estados Unidos após a invasão das forças do Kremelin à Ucrânia no início de fevereiro.

Griner foi autorizada a fazer uma declaração final por um link de vídeo ao vivo diretamente da prisão em que se encontra na cidade de Novoye Grishino. Ela disse como sua detenção que já dura oito meses e dois julgamentos, foram estressantes.

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