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Haddad elogia França e diz que eventual união seria um “luxo”

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O pré-candidato ao governo do Estado de São Paulo, Fernando Haddad (PT), afirmou que vê tendência de “manutenção das duas candidaturas”, referindo-se a própria e a de Márcio França (PSB), na disputa eleitoral de 2022. A declaração aconteceu durante a sabatina do UOL/Folha nesta 6ª feira (6.mai.2022).

“A tendência é a manutenção das duas candidaturas, isso é o que me parece, hoje, o mais provável. Obviamente que do ponto de vista simbólico seria um luxo todo o campo progressista estar alinhado em torno de uma candidatura só”, disse.

Na avaliação de Haddad, a união das duas candidaturas seria importante. “Eu acho que simbolicamente teria um peso muito grande nós estarmos juntos. Política não é só cálculo eleitoral”.

O petista afirmou que a negociação em torno das candidaturas acontece desde agosto de 2021. Apesar da indefinição, ambos juntaram-se na disputa presidencial com a chapa Lula-Alckmin.

Na 2ª feira (2.mai.2022), o ex-governador e pré-candidato do PSB ao governo de São Paulo, Márcio França, propôs uma pesquisa para definir uma candidatura única ao Palácio dos Bandeirantes entre PT e PSB. Na ocasião, França disse que caso o pré-candidato petista não aceite o acordo, os 2 disputarão o pleito.

CRÍTICAS A DORIA

O ex-prefeito paulista criticou a gestão de Joao Doria (PSDB) no governo do Estado de São Paulo. Haddad disse que o tucano cometeu uma das “maiores insanidades” durante a pandemia que foi o aumento dos impostos, como ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

O petista também criticou a condução da pandemia de covid-19 por Doria. “Não adianta querer lavar as mãos e querer se distanciar do Bolsonaro como se não tivesse nada a ver com aquilo. Foi muito grave o que ele fez em 2018, e foi mais grave depois de começar a pandemia, porque ele tentou, de forma oportunista, pegar carona num sentimento antibolsonaro como se não tivesse nada a ver com aquilo“, disse.

Para Haddad, o “abre e fecha do comércio” foi “completamente errático” e o tucano perdeu a oportunidade de liderar um processo de governadores para “constranger o governo federal” a fazer o certo durante a pandemia.

“Ele preferiu jogar solo do que jogar com os governadores, sobretudo no Nordeste. Como o Consórcio do Nordeste ofuscava o trabalho dele, ele quis fazer um trabalho solo”, disse.

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