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Guarda Civil espanhola intercepta navio vindo do Brasil com 4,5 toneladas de cocaína

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Guarda Civil espanhola intercepta navio vindo do Brasil com 4,5 toneladas de cocaína


Embarcação declarou carga como café e foi autuada próxima às Ilhas Canárias; tripulação era composta majoritariamente por paquistaneses Guardia Civil de España/Divulgação Embarcação saiu do Brasil em 20 de dezembro

Um navio que zarpou do porto de Santos, em São Paulo, foi apreendido pela Guarda Civil da Espanha com 4,5 toneladas de cocaína. A apreensão foi realizada nas proximidades das Ilhas Canárias e 15 tripulantes foram presos em 18 de janeiro. A embarcação atende possui a bandeira de Togo e tinha como destino a cidade de Riga, na Lituânia. Não foram divulgadas informações referentes a em que local a droga teria sido embarcada no navio. A operação foi resultado de uma colaboração internacional, em que investigadores da Guarda Civil, do Serviço de Vigilância Aduaneira e da Polícia Nacional da Espanha apuraram o possível envolvimento de uma embarcação suspeita de tráfico ilícito de drogas da América do Sul. No momento do embarque, observou-se que o cargueiro transportava cerca de 200 toneladas de café como mercadoria declarada, bem abaixo da capacidade real de carga do navio, o que chamou a atenção dos funcionários encarregados da operação.

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Posteriormente, na inspeção às áreas comuns do cargueiro, foi detectada a presença de um número indeterminado de fardos comumente  utilizados para o tráfico de cocaína. Por conta disso, foram detidos os 15 tripulantes da embarcação, sendo 13 de nacionalidade paquistanesa. Os detidos e o navio foram levados para o porto de Santa Cruz de Tenerife, na Espanha. Tanto os presos, como o barco, a droga e o processo policial serão entregues ao Tribunal Central de Instrução, na qualidade de Guarda do Tribunal Nacional. Segundo a Guarda Civil, a abordagem foi difícil devido à situação do mar e ao grande tamanho do navio. A operação, dirigida e coordenada pela Procuradoria Antidrogas do Tribunal Nacional espanhol, soma-se às realizadas até o momento na chamada ‘Rota Atlântica’ da cocaína, conhecida por ser utilizada por barcos pesqueiros, mercadores e cargueiros que, procedentes da América do Sul, fazem transbordo de entorpecentes no meio do Atlântico para posterior introdução no continente europeu.

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