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Funeral da Rainha Elizabeth II ensina aos brasileiros que ‘Supremo é o Povo’

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Funeral da Rainha Elizabeth II ensina aos brasileiros que ‘Supremo é o Povo’

Homenagens à monarca britânica foram uma lição de civilidade e cidadania em uma nação que conserva sua verdadeira essência histórica, em um regime que pratica e respeita o Estado de Direito

Tim Ireland/EFE/EPA

Sob olhares de milhares de súditos, o caixão da rainha Elizabeth II é transportado no State Hearse enquanto percorre a longa caminhada no Castelo de Windsor

Heróis são eternos! Heroínas, também! Neste 19 de setembro de 2022, o mundo assistiu ao Funeral de Estado da rainha Elizabeth II (1926-2022). Toda a cerimônia foi meticulosamente planejada, ainda em vida, pela própria soberana, que reinou por sete décadas (70 anos, três meses e dois dias). Não foi à toa que os britânicos desenvolveram o que se pode definir como “Tecnologia para o Exercício do Poder”. A base é o mito da monarquia constitucional. Um sistema estável, porque eterniza seus símbolos e exalta seus heróis. Considerado “Supremo”, o povo respeita e venera, pois se sente representado por quem dita as ordens. Trata-se, em essência, de uma democracia oligárquica, porém baseada no Estado de Direito que garante cidadania efetiva. O império perdura porque segue o protocolo com rigor absoluto. Evolução sem revolução! Tudo foi concebido para promover e sobreviver às mudanças e transformações globais. Tradição! Não é à toa que ali reside o alto-comando da globalização — ou do globalitarismo. Segue o jogo com a estabilidade do poder moderador no Reino Unido — que saiu da União Europeia, mas segue no topo da Otan. A Mãe se foi! Será venerada no feriado nacional. O maçom Charles III agora é o rei de fato e de direito. God save the King!

Ao pleitear status de NAÇÃO, os países apresentam ao mundo e às demais nações os seus predicados de cultura, de história, de costumes e, acima de tudo, seus valores, forjados no esforço, suor e sangue de seus cidadãos e cidadãs, dos filhos desta nova pátria. Essa é a linha comum que une, converge e constitui o passaporte para que os povos constituam uma só nação. A nação é construída sobre os atos determinados e heroicos de cidadãos absolutamente comprometidos com o bem-estar coletivo, com a necessidade da maioria e não com ganhos individuais. Sem a referência de seus fundadores, de seus verdadeiros “Heróis“, uma Nação não tem raízes e deixa de construir sua identidade. O Ethos (conjunto de costumes, hábitos, crenças e valores) é fundamental.

O conceito de Herói que iremos abordar é da pessoa, do filho, do pai de família que radicalmente se dedicou a praticar atos em benefício da coletividade, da sua sociedade. Esses atos, pelo caráter extremo de sacrifícios, se tornam Atos Heroicos. Não raro, esse heroísmo custou a vida dessas pessoas, deixando seus familiares sem amparo nenhum. Muitas vezes, os heróis de verdade tiveram toda a sua família perseguida e punida. Nesse sentido, o Brasil tem muitos Heróis e precisamos muito resgatá-los e preservá-los. Precisamos resgatar da nossa história aqueles que se sacrificaram para construção da nossa nação e essa tarefa é de todos nós, daqueles que compreendem a importância e a diferença entre país e nação.

Um desafio imediato: peça a qualquer um para citar 10 grandes Heróis brasileiros e você verá que temos razão, pois dificilmente as pessoas irão lembrar ou indicar os nomes desses brasileiros que, com seus sacrifícios pessoais, praticaram Atos Heroicos em defesa da nossa sociedade. Diferentemente do norte-americano — que citaria rapidamente George Washington, Thomas Jefferson, Neil Armstrong e Abraham Lincoln; do francês, que indicaria Napoleão Bonaparte e Charles De Gaulle; do inglês, que evocaria a própria Elizabeth II, Winston Churchill, a rainha Vitória, o rei Ricardo III; do indiano, que lembraria de Mahatma Gandhi; do russo, que falaria de Pedro, o Grande ou de Iuri Gagarin… E assim por diante… Enfim, isso acontece em nações cujos cidadãos se dedicaram a consolidar as bases sociais, culturais, políticas e econômicas do país. Cidadãos cujas atitudes e atos em prol da sociedade servem de referência ao longo de décadas e séculos para aquela sociedade.

O problema brasileiro: nas últimas décadas houve um esforço silencioso, sorrateiro e maquiavélico de “esconder” os heróis da Nação Brasileira. Isso foi feito pela nossa oligarquia feudal, medieval e cleptocrata — que tem DNA rentista. Essa “nobreza” do atraso se achava “dona do poder” em um Brasil rural, que até a década de 60 tinha apenas 30% da população vivendo em centros urbanos. A realidade se inverteu nas décadas de 70, 80 e nos anos 90 a população urbana no Brasil já representava 75% do todo. O Estado brasileiro que servia a essa oligarquia rural agora é pressionado pela população urbana a atender as necessidades da maioria da população, que se mobiliza, vai às ruas, cobra eleições diretas e honestas, faz greve por melhores salários, exige mais educação e segurança.

Na contramão da vontade da maioria, a corrupção generalizada no poder público brasileiro é patrocinada pela oligarquia medieval e feudal que sempre viveu de privilégios absurdos e da miséria da nossa população. Somos o país da burocracia absurda, dos maiores impostos do mundo e dos piores serviços públicos. Somos o país no qual os “donos do poder”, se achando uma “elite”, se orgulham de dizer que têm casa na Europa ou nos Estados Unidos e que adoram ostentar essa “dupla” cidadania. Até artistas confessam publicamente que “fugiram” para o exterior com suas famílias e só vêm ao Brasil para faturar. Até um ex-presidente da República confirma, orgulhoso, em entrevistas na imprensa, que seus filhos têm cidadania italiana. Que horror! Essa oligarquia feudal e medieval controla o mecanismo do Estado brasileiro. Seus membros e representantes estão em todos os poderes da República: Judiciário, Legislativo e Executivo. Para esses “senhores feudais””, a República Brasileira existe para servir a eles.

Por isto que, ao longo das últimas décadas, foi feito esse trabalho de “esconder” os verdadeiros Heróis da Nação Brasileira. Assim, o cidadão brasileiro fica sem parâmetro de comparação. Um corrupto assumido, preso por patrocinar a maior pilhagem da história brasileira, pode discursar tranquilamente, alegando a suposta “inocência” e fazendo parecer normal toda aberração institucional. “Esconderam” nossos heróis para tentar convencer o Povo Brasileiro que os corruptos, ladrões e criminosos podem governar nosso Brasil e que isso é normal. Afinal, conforme a tese dos canalhas, nós não temos outras referências.

A notícia boa é que a maioria do povo cansou desse modelo. Assistimos ao florescer de um movimento nacional onde o mais humilde, o mais intelectual, o mais rico e o mais pobre, onde o pai e a mãe de família entenderam que é preciso mudar o Brasil. Claramente, a partir de 2013, as redes sociais na internet se transformaram no instrumento do povo para combater essa oligarquia feudal — que reage com uma desesperada censura em estilo fascista, nazista, comunista. O desespero do feudalismo tupiniquim aumenta porque o povo está mobilizado. Vemos isto nas ruas e no território livre das plataformas de internet. As cores verde-amarela brotam nos carros, nas janelas e nos espaços públicos. 

Resumindo: estamos em plena Primavera Brasileira! O cidadão do Brasil do século 21 percebeu que terá de “meter o pé na porta“ e avisar a cleptocracia e à juristocracia que o Brasil tem um dono legítimo: o Povo Brasileiro. As eleições de outubro de 2022 devem representar o fim da Era Feudal Brasileira. Presenciamos um movimento político disruptivo, no qual claramente acontecem alguns embates: do bem contra o mal; da honestidade contra a corrupção; da verdade contra a mentira. Pelo voto, o povo e a República enfrentam o atraso feudal e seu nazicomunofascismo. Cada indivíduo consciente sente e mostra o orgulho de ser brasileiro — um herói de verdade da Nação Brasileira. Enfim, nós (o Povo) nos descobrimos Supremos! A partir disso, tudo muda para melhor. Vamos em frente!

*Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião da Jovem Pan.

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