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Eponychium: a estranha formação dos cascos de potros

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Eponychium: a estranha formação dos cascos de potros


Quando pensamos em cavalos, logo nos vem à mente suas belas crinas e suas fortes patas, responsáveis por sua habilidade de correr por longas distâncias de maneira veloz e elegante. E bem na extremidade da pata do equino ficam seus cascos, duros e resistentes.

Sabendo que cavalos são mamíferos e as éguas passam por gestações, como fica a questão dos cascos dentro do útero da fêmea? A natureza, é claro, tem a solução — e ela se chama eponychium.

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O que é o Eponychium?

Como forma de evitar quaisquer danos ao aparelho reprodutivo da égua, o eponychium ou eponíquio é uma estrutura que funciona como uma espécie de cápsula mole que reveste a parte dura e pontuda da pata do potro, o nome dado aos filhotes de cavalos. Caso você um dia veja um potrinho recém-nascido com coisas estranhas e rosadas na ponta das patas, não se preocupe, saiba que aquilo não é nenhum tipo de doença e é algo totalmente natural.

A lógica é a seguinte: como predadores são atraídos pelo cheiro da placenta, tanto a mãe quanto o filhote precisam estar aptos a deixar o local do parto imediatamente após o nascimento da prole. Por isso, os potros já nascem com cascos prontos e podem andar em pouquíssimo tempo após deixar o útero de suas respectivas mães.

Apesar da aparência assustadora, o eponíquio é uma forma de proteção dos cascos dos fetos e dos potros recém-nascidos

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E justamente por já terem a parte dura na ponta da pata totalmente formada desde o nascimento, esta estrutura é revestida pelo eponíquio, que é mais mole e protege o interior do corpo da fêmea, evitando danos desde o útero até a saída do canal de parto. Segundo relatos de veterinários e criadores de cavalos, o eponíquio é bastante macio e mole.

Após o parto, assim que o potro começa a andar, o eponychium vai sendo gasto até o ponto em que o casco fica totalmente exposto, ganhando o visual que estamos habituados a ver nos cavalos adultos.

Um fato interessante é que o eponíquio não é exclusivo dos equinos, sendo encontrado também nos seres humanos. No nosso corpo, o equivalente ao eponychium é a nossa cutícula, a fina camada encontrada na base das unhas. Incrível!

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Fonte: Mega Curioso

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