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Delegacias recebem até 900 denúncias mensais de maus-tratos contra animais em SP – Notícias

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Os três cães foram atropelados entre o final de setembro e o mês de outubro em São Paulo


No final de setembro, um nigeriano foi preso após atropelar e matar um cachorro propositalmente na zona leste de São Paulo. Já no início de outubro, um motorista acelerou de propósito para atingir Willy, um cãozinho de 17 anos, que não resistiu. No dia 19 de setembro, outra cadela foi vítima do mesmo crime.


Os seguidos casos chamam a atenção para os contantes casos de maus-tratos. As duas delegacias especializadas em investigar esse tipo de denúncia na capital paulista recebem cerca de 900 relatos por mês de violência contra o bichinhos.


A estimativa é do delegado divisionário Luis Carlos do Carmo em relação ao trabalho da Depa (Delegacia Eletrônica de Proteção Animal) e da 1ª DPPC (Delegacia de Crimes Contra o Meio Ambiente)


“É importante as pessoas que presenciarem, se possível, gravarem ou fotografarem a placa do veículo para darmos um andamento nas investigações e identificar a pessoa”, afirma o delegado titular da 1ª DPPC, Archimedes Cassão Veras.



No artigo 32 da Lei nº 9.605, a prática de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos é considerada crime. A pena é a detenção de três meses a um ano, além de uma multa. “No caso de cães e gatos, o agressor passa por uma audiência de custódia para ser liberado ou não da prisão”, explica.


Segundo Veras, é imprescindível que a pessoa que socorreu o animal o leve imediatamente ao veterinário, para que os maus-tratos sejam comprovados e a investigação possa acontecer.


As denúncias podem ser feitas presencialmente ou online em todos os telefones, como 190, 197 e 181. É importante que o denunciante passe à polícia o maior número de informações possível. Por fim, a acusação não precisa ser feita necessariamente em uma delegacia de meio ambiente, podendo ser realizada em qualquer distrito policial.


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