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Constantino diz que urnas não são auditáveis e recorda eleições de 2014: ‘Basta perguntar aos tucanos’

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Sala com mesa cheia de urnas eletrônicas que seriam usadas nas eleições

Comentaristas do programa 3 em 1, da Jovem Pan, analisaram o posicionamento do Tribunal Superior Eleitoral e a afirmação de que partidos políticos brasileiros podem auditar as urnas eletrônicas

Lucas Lacaz Ruiz/Estadão Conteúdo – 04/11/2020

urnas eletrônicas que foram utilizadas nas Eleições 2020, para prefeituras de todo o país, durante testes para o pleito eleitora

O presidente Jair Bolsonaro (PL) viajou à Guiana nesta sexta-feira, 6, e, antes do embarque, o mandatário declarou que as Forças Armadas não participarão do pleito apenas como espectadora e pediu ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que tome as providências sobre as sugestões que foram feitas pelo oficialato para as eleições neste ano. Em nota, a Corte Eleitoral afirmou que partidos políticos podem, sim, auditar as urnas eletrônicas. A manifestação foi realizada após Bolsonaro declara que o Partido Liberal contratará empresas para verificar o processo eleitoral.

Durante sua participação no programa 3 em 1, da Jovem Pan, o comentarista Rodrigo Constantino contestou a manifestação do Tribunal Superior Eleitoral e afirmou que urnas eletrônicas não são auditáveis e afirmou que, para atestar a afirmação, “basta perguntar aos tucanos”. “Eles perderam em uma situação estranha em 2014 e tentaram auditar, contrataram equipes técnicas e especialistas para isso. A conclusão lida pelo líder, na época, deputado Carlos Sampaio, foi inapelável. Não é possível auditar, são sistemas opacos”, alegou o analista.

Confira o programa desta sexta-feira, 06:

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