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Conheça a Ilha do Bororé, bairro da grande São Paulo que dá aula sobre preservação ambiental – #Jornal da USP

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grajaunews.com

Ações voltadas para a educação cultural são tradição na Ilha do Bororé antes mesmo da parceria com a FAU.  José Carlos conta que o movimento começou quando alguns moradores construíram a Casa Ecoativa na década de 1990. O coletivo, que foi feito com o propósito de fortalecer a produção artística dentro do bairro, consolidou-se como espaço para parcerias com outras entidades, sendo um dos principais responsáveis pela formação dos jovens da região.

A experiência na Ilha do Bororé é também uma oportunidade de aprendizagem para os pesquisadores da FAU. Desde o primeiro contato da universidade com os alunos da escola estadual do bairro, Bassoni explica que as oficinas têm ensinado sobre a relação com o território em uma perspectiva diferente do que é ensinado nos livros sobre urbanismo. Por isso, ele defende o projeto como um meio de formação para os alunos da graduação e pós-graduação da USP.

No dia das gravações, a oficina do Naeb estava sendo ministrada por dois estudantes da graduação em arquitetura – Ester Marília Cunha da Cruz e Lucas Servulo de Lima, e uma estudante da pós graduação – Heloisa Bento Ribeiro. Ester é moradora de um outro bairro da periferia na Zona Norte de São Paulo e conta que a experiência no Bororé é um incentivo para promover ações culturais na região onde cresceu.

Para Lucas, participar das atividades têm ensinado sobre aspectos que vão além do conhecimento tradicional sobre território: “Eu vejo como meus colegas ministram as oficinas, conversam com os alunos, os pontos que cada um percebe de importância dentro dessas atividades, coisas que podem parecer banais mas acabam sendo muito importantes, que a gente usa mais para frente e aprende a prestar atenção. Vendo de fora, acho muito importante ver a USP chegando em tantos lugares, mas mais que isso, acho que a nossa discussão é muito interessante porque não buscamos só entender aquelas pessoas, mas tentamos produzir com elas um conhecimento, um material de valorização do território”.

Fonte: Agência Mural

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