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Política

Como ampliar a participação das mulheres na política

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Como ampliar a participação das mulheres na política

Reprodução/vídeo

Voto consciente e mulheres na política em debate

Levar à sua equipe uma maior consciência na hora de votar e amplificar o debate sobre política entre suas consultoras foram os objetivos da Natura ao promover um encontro presencial e online com especialistas para discutir essas e outras questões relevantes, sobretudo em ano de eleição.

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Na tarde de quinta-feira (15), a empresa reuniu em seu auditório Graziella Testa, doutora em ciências políticas, professora da FGV, Gabriela Prioli, advogada, professora, comentarista política, apresentadora de TV, Luana Xavier, atriz e apresentadora do programa Saia Justa no GNT e Monica Sodré, cientista política, professora e diretora executiva da Rede de Ação Política pela Sustentabilidade, para falar sobre como ampliar a participação das mulheres na política.

O primeiro ponto do debate abordou a crença de que política não se discute, assim como futebol e religião. Prioli foi certeira na análise, dizendo que se por um lado é preciso evitar situações de conflito, por outro é preciso entender que não falar de política é um mecanismo de exclusão. “As decisões políticas afetam a vida de todos nós”, enfatizou. “Na urna é você com você mesmo.”

Luana Xavier acrescentou que o mais importe é haver respeito e também naturalizar o debate sobre política. Monica Sodré levantou a questão de que não há um ensino sobre política, sobre o que faz um deputado, um senador ou um presidente da república. “A escola não prepara para a vida, não se trata de levar a política partidária para a sala de aula, mas isso deveria ser ensinado desde cedo.”

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Graziella Testa lembrou que há um desânimo generalizado a respeito de política. “As pessoas acham um assunto chato”, disse. Prioli confirmou: “É chato mesmo! Políticos usam palavras que não se compreendem, faz parte de um projeto de manutenção do poder. Mas nós temos de nos conscientizar da legitimidade do nosso papel. O poder emana do povo. Quer meu voto, fala minha língua. A gente elege representantes. A gente é que grande, sem a gente eles não sentam na cadeira. Sem o nosso voto não há político, sem o seu voto ele não senta naquela cadeira”, falou a advogada.

Monica Sodré ressaltou o quanto era importante estar falando de democracia no dia da democracia. “80% das pessoas do mundo vivem em países não livres. Mas temos 33 milhões de pessoas passando fome, há algo de errado com a nossa democracia. As pessoas acham que político é tudo igual, mas não é.” 

Redes sociais 

As especialistas também debateram como acompanhar o desempenho do candidato escolhido depois de eleito. Luana sugeriu seguir o político nas redes sociais, mas Prioli fez uma ressalva: cuidado com as notícias falsas.”Se você recebe notícia no WhatsApp, cheque a informação em outra fonte mais confiável, jornais, revistas portais, seja um agente de informação para o seu grupo”, sugeriu. Já Monica Sodré deu a ideia de marcar um date com o seu representante, para saber o que ele está fazendo por você e pelas causas que defende. E conclamou todas as presentes no auditório a irem às urnas no dia 2 de outubro. 

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