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Saúde

Butantan detecta nova variante da Ômicron pela primeira vez no Brasil

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Butantan detecta nova variante da Ômicron pela primeira vez no Brasil

Rovena Rosa/Agência Brasil

Sublinhagem BN.1 foi detectada em uma mulher de 38 anos

O Instituto Butantan informou, nesta segunda-feira (11), que identificou pela primeira vez no Brasil uma nova sublinhagem da variante  Ômicron , a BN.1. Ela é derivada da linhagem BA.2.75 da Ômicron .

A sublinhagem foi detectada a partir de uma amostra coletada em 27/10 em uma mulher de 38 anos, moradora da cidade de São Paulo . Espera-se, no entanto, que a BN.1 não cause grande impacto. 

“Essa é uma variante que não é de preocupação, que não está sob monitoramento da OMS e é a primeira vez que ela é encontrada no Brasil. Pode ser que ela se espalhe, mas também pode se manter basal, ou seja, não circulando de maneira significante”, afirmou Gabriela Ribeiro, informata do Centro para Vigilância Viral e Avaliação Sorológica (CeVIVAS), em nota divulgada pelo Butantan.

A BN.1 foi detectada primeira vez na Índia no dia 28 de julho, e atualmente é encontrada principalmente nos Estados Unidos (16% de todas as amostras de BN.1 encontradas no mundo), no Reino Unido (15%), Áustria (14%), Austrália (14%) e Índia (11%).

Variante identificada no Amazonas

A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) identificou uma nova variante da Covid-19 no estado do Amazonas no dia 14 de novembro . A descoberta foi feita pela Rede Genômica Fiocruz, setor da fundação especializado nas pesquisas da doença.

Essa nova variante, identificada como BE.9, é uma sublinhagem da BA.5, que tem origem na Ômicron. Ela pode ser a responsável por um aumento na média móvel de casos no Amazonas.

De acordo com os cientistas da Fiocruz, essa nova variante tem algumas mutações em comum com a BQ.1 , que acredita-se ser uma das responsáveis por um aumento no número de casos pelo país. Contudo, os dados iniciais da fundação apontam para que nenhuma das sublinhagens sejam impulsionadoras de casos graves da Covid

“A BQ.1.1 já foi identificada em São Paulo, Santa Catarina, Pernambuco e Rio de Janeiro e é possível que já esteja em mais estados. A BE.9 ainda não sabemos, pois a designação de linhagem ocorreu em 12 de novembro e a partir desta data vamos conseguir monitorar melhor”, afirmou Tiago Gräf, pesquisador da Rede Genômica.

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