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Bruno Covas promete fechar dez empresas municipais

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© Bruno Niz/Veja SP Edifício Matarazzo: bosques suspensos desde os anos 60

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), vai enviar ainda neste ano para a Câmara Municipal um Projeto de Lei que prevê a extinção de dez empresas municipais.

Chamada de Reestruturação da Administração Indireta, a medida prevê como contrapartida a criação de duas agências: SP Regula e SP Investe.

A primeira, vinculada ao gabinete do prefeito, ficará responsável pela Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), Serviço Funerário, Departamento de Limpeza Urbana (Limpurb) e Ilume (responsável pela iluminação pública), que deixarão de existir.

A criação da SP Investe prevê a extinção da AdeSampa (Agência São Paulo de Desenvolvimento) e da SP Negócios. A SP Investe será vinculada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho.

A previsão é que a implantação completa do novo modelo, cujo objetivo é a melhoria da gestão, aconteça em dezoito meses. “A economia potencial para a cidade será de mais de 120 milhões de reais por ano”, promete o prefeito. “Os cargos comissionados serão extintos e os servidores concursados, realocados”, explica.

A reestruturação prevê ainda a extinção da Fundação Theatro Municipal, que será reduzida a uma coordenadoria na Secretaria Municipal de Cultura. O saldo total dessa reorganização é a redução de 22 para 14 entidades da administração indireta.

Confira abaixo outras empresas que deixarão de existir:

– Fundação Paulistana de Educação, Tecnologia e Cultura;

– Centro de Formação Cultural de Cidade Tiradentes;

– Fundação Museu da Tecnologia de São Paulo (seu acervo será transferido para a Secretaria Municipal de Cultura);

– Autarquia Municipal de Serviços Auxiliares de Saúde;

– Autarquia Hospitalar Municipal.

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